Depois de várias histórias em que o papel relevante cabe à mulher (ainda que, por diversas vezes, anonimamente) este é um conto difícil de engolir. A história centra-se na irmã do rei que, enquanto jovem e após a morte dos pais, fugiu com o irmão para o proteger do tio que usurpou o trono. Apesar de ter conseguido salvar o rapaz que se torna rei na idade adulta, vive poucos anos de calma.
Como irmã do rei pode viajar livremente no reino e é assim que um dia entra no castelo de férias que teria sido tomado pelo tio e se vê priosioneira por longos anos sem ter notícias fiáveis de nenhum dos que ama, a não ser pela leitura das cartas que possui e com as quais tenta descobrir o presente e o futuro.
Apesar da importância passada da personagem tem agora um papel totalmente passivo, sem fuga possível – uma história em que parecem perdidas todas as esperanças e em que até os poderes mágicos através das cartas têm um sabor amargo e um tom derrotista.
Comentário aos contos anteriores:
1. Ridding the Shore of The River of Death
4. On the Dying Winds of the Old Year and the Birthing Winds of the new
(cópia fornecida pela editora)

