Editado em Portugal com o nome Lenho Negro, neste segundo volume do ciclo, a história prossegue com o relato alternado das duas épocas – Murrau envelheceu alguns anos, e Murdo tem um filho que será aqui a personagem principal, Duncan.

Este parte com a morte da esposa, juntamente com um membro dos Célé Dé, contra a vontade de seu pai, para encontrar a cruz de Cristo.

Um início mal justificado para uma história que se caracteriza pelo aumento dos momentos reflectivos, e pela diminuição das guerras e das movimentações. O objectivo da viagem é algo forçado para cumprir os objectivos do livro e do autor. Por outro lado, a demasiada centralização numa só personagem , levou-me a gostar menos do segundo volume do ciclo.