E estamos na época dos rótulos. Rotular garrafas, rotular livros, rotular música…. rotular pessoas.
A maneira de vestir indica um gosto musical, que por sua vez coloca barreiras no pensamento. Ou pelo menos, assim pensa quem facilmente rotula. Crescem os estereotipos, crescem os preconceitos, cresce uma preguiçosa maneira de pensar, porque as pessoas já não se preocupam em conhecer. Olha-se e faz-se o perfil, sem pensar que, cada ser humano tem a sua própria individualidade, mesmo quando se esforça por se enquadrar num grupo social.
Os amigos escolhem-se com base em aparência, para depois se descobrir que pouco em comum se tem. O estereotipo torna-se mais importante do que quem se conhece, e poucos descobrem que as pessoas interessantes podem estar em qualquer lado, sob uma qualquer máscara.
Assim, rotulam-se uns de suicidas, outros de chungas, outros de fúteis, sem na realidade se perceber que em cada grupo juvenil se escondem jovens que procuram a sua própria identidade. Pessoas que embora aparentem ser semelhantes, podem ser muito distintas, tanto em personalidade como em interesses. E pessoas, que pouco em comum parecem ter, são na realidade almas gémeas perdidas no mar de preconceitos.

pára de rotular as pessoas de rotuladoras 😉
lol mick 😀
btw, boa perspectiva morgan 😀
concordo plenamente 😉
mick – se a carapuça serviu 😛
🙂