
Se querem força bruta e grandes cenários de batalha mirabolantes, chamem Hulk. Pouco racional e raivoso, Hulk investe contra tudo e contra todos, descarregando grandes quantidades de energia por quem se encontra à sua frente. O facto de ser quase incapaz de se encontrar leva a que os outros super heróis se reúnam e o enviem para um planeta alienígena sem saberem que o estão a enviar para um planeta carregado de batalhas.

O planeta em que Hulk agora se encontra é dominado por um Imperador, um ditador déspota, maléfico e impiedoso que, à mínima contrariedade ou simplesmente capricho, condena os seus súbditos aos calabouços para ingressarem em batalhas sucessivas onde lutam uns contras os outros, para além de enfrentarem enormes monstros locais.

Possuidor de uma força sobrenatural, mesmo para este planeta, o cenário não poderia ser melhor para a raiva de Hulk. Não se aliando a ninguém, enfrenta estes monstros de forma desprendida mas vitoriosa em cenas de suster a respiração pela espectacularidade visual.

Este primeiro volume apresenta não só as sucessivas batalhas, mas a consequente libertação do povo, impulsionados pela destruição de Hulk que acaba por soltar alguns dos outros “gladiadores”. É assim que vamos conhecendo o restante planeta e as povoações, também elas movidas pela raiva, mas também pela vingança, iniciando-se uma série de batalhas que corresponderão à concretização de uma antiga profecia.

Intercalando diferentes espécimes inteligentes com esplendorosas capacidades para a guerra e para o confronto corpo a corpo, Hulk – Planeta Hulk possui uma premissa bastante simples, quase linear que atinge o seu objectivo de forma bastante simples. A sucessão dos episódios de acção garante uma dinâmica elevada e uma boa variedade visual.

Este volume é quinto de A Colecção Oficial de Graphic Novels Marvel publicada pela Salvat.

Hulk esse personagem é muito loko…rsrsrsrs
Gosto dos seus filmes.