Começando pelo filme português que me surpreendeu positivamente, Coisa Ruim. Se há filme capaz de me quebrar o preconceito contra a produção nacional, é este. Apesar do receio inicial em vê-lo, revelou-se um dos melhores filmes de suspense que já vi. Há quem aponte o final como um defeito… mas até agora ninguém me disse que o filme não prestava.
De seguida, de referir dois filmes, que não sendo deste ano, apenas tive oportunidade de os ver há pouco tempo – Kill Bill 1 e 2. Se o primeiro alturas houve em que fez lembrar Anime, o segundo possui um aspecto visual mais negro. Fiquei fascinada não só por cada um dos filmes, como pelo conjunto formado pelo par.
Breakfast at Tiffanys foi o clássico do ano, um filme sem idade, gravado numa altura aurea em que não eram necessários efeitos especiais para fazer dos filmes eternos.
Sendo La Vita è Bella um dos meus filmes preferidos, La Tigre e La Neve não me poderia ter deixado indiferente. Embora muito aquém do primeiro, o segundo consegue manter alguma da magia e do encanto característicos de A vida é bela.
The Chumrcrubber foi outros dos inúmeros filmes que se revelou muito diferente da ideia passada pelo Trailler. De banal tem pouco e é uma sátira negra à sociedade americana, ao quanto se descuram as relações pelo eterno jogo de aparências.
Com uma banda sonora espectacular, ficou-me Miss Little Sunshine, que consideraria um dos melhores filmes do ano – para ficar na memória e deixar um sorriso a cada lembrança.
Existem ainda outros filmes dignos de referência como Manuale d’Amore, The Big White ou Hard Candy.
E aqui fica a minha listagem de filmes do Ano! Claro que me esqueci de alguns, até porque não tenho uma ideia de todos os que vi… 🙂

Cristina,
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