Ou, passando a um título mais apropriado, The Frankentein in Love, descreve como jovens, cientistas pouco brilhantes, e de capacidades médias, se empenham em ressuscitar as amadas, preservando (por vezes com pouco sucesso) o corpo, e dando origem a pequenas epidemias de zombies. A explicação é dada numa aula, por um professor, que pretende educar todos os seus alunos para as impossibilidades a que estes se possam propor, por amor e desespero.
Um conto curto, arrepiante e simultaneamente cómico, que explora o processo psicológico pelo qual passa o cientista apaixonado, de luto, mas também inocente, carregado de possibilidades e ignorante das suas limitações, que luta por fazer regressar à vida, o corpo da amada.
Apesar de pequena, é uma história bem construída e coesa, escrita em tom credível e carregada de detalhes, de um processo ficcional pelo qual passarão vários jovens – o fenómeno não será novidade, mas a forma como ocorre é, até ao momento, um segredo que o professor revolve revelar.
Comentários a outras histórias da mesma revista e edição:
A Separate War – Joe Haldeman
The Bookmaking Habits of Select Species – Ken Liu
Love Might Be Too Strong a Word – Charlie Jane Anders
Flash Bang Remember – Tina Connolly & Caroline Yoachim

