Aproveitando uma passagem pela Livraria Bivar, não consegui de lá sair sem quatro livrinhos em inglês, em segunda mão, mas óptimo estado. Philip Pullman é mais conhecido pela série fantástica His Dark Materials, publicada em português pela Editorial Presença como Mundos Paralelos. Apesar de ser juvenil, é uma excelente trilogia, uma das melhores séries fantásticas juvenis que tive oportunidade de ler. Este The Tin Princess pertence a outra série fantástica do autor, Sally Lockart, iniciado com The Ruby in the Smoke:
If you haven’t met Sally Lockhart before, prepare to be bowled over. Sally is sixteen and uncommonly pretty. Her knowledge of English literature, French, history, art and music is non-existent, but she has a thorough grounding in military tactics, can run a business, ride like a Cossack and shoot straight with a pistol.
When her dear father is drowned in suspicious circumstances in the South China Sea, Sally is left to fend for herself, an orphan and alone in the smoky fog of Victorian London. Though she doesn’t know it, Sally is already in terrible danger. Soon the mystery and the danger will deepen–and at the rotten heart of it all lies the deadly secret of The Ruby in the Smoke.
Poucos são os que gostam de ficção científica e não conhecem os livros mais conhecidos de Ursula K. Le Guin, The Dispossessed e The Left Hand of Darkness, ambos parte da série Hainish. Planet of Exile é o primeiro desta série:
An alliance between the powerful Tevars and the brown-skinned, clairvoyant Farbons must take place if the two colonies are to withstand the fierce attack of the nomadic tribes from the north of the planet Eltanin.
Apesar de bastante conhecido no meio, não me recordo de alguma vez ter pegado em alguma coisa de Harry Harrison. Este Prime number é um livro com dezanove histórias do autor. A última aquisição na Bivar foi um livro de Douglas Adams, mais conhecido pela série Hitch-hikers Guide to the Galaxy. Este, primeiro volume de uma série, parece mais terreno:
Apparently not much; until Dirk Gently, self-styled private investigator, sets out to prove the fundamental interconnectedness of all things by solving a mysterious murder, assisting a mysterious professor, unravelling a mysterious mystery, and eating a lot of pizza – not to mention saving the entire human race from extinction along the way (at no extra charge).
De resto, há que ir aproveitando as promoções. A Guarda Branca foi adquirido nos 50% da FNAC e O Barril Mágico numa da Bertrand:
O Barril Mágico, distinguido com o National Book Award, é o primeiro volume de contos de Bernard Malamud. As treze histórias que o compõem descrevem um ambiente pobre e urbano, um mundo feito de mediocridade e de sonhos nunca realizados, mas igualmente de momentos de ternura e profunda ironia. Nestas, podem encontrar-se algumas das personagens mais inesquecíveis da literatura; figuras que carregam consigo um destino atávico e arcaico e, ao mesmo tempo, são a expressão da experiência existencial do homem contemporâneo. É o caso de Sobel, o ajudante de sapateiro, na história de vago sabor bíblico que abre o volume («Os sete primeiros anos»), o qual serve resignada e devotamente o seu patrão – como Jacob a Labão -, a troco de pouco ou nenhum dinheiro, apenas pelo amor da filha deste; ou o indolente adolescente do conto «Leitura de Verão», por muitos apontado como uma das melhores histórias alguma vez escritas sobre este período da vida, em que o protagonista, por muito que tente, não consegue escapar à culpa que carrega na sua consciência; ou ainda o rico alfaiate de «o anjo Levine», cujas provações, rivalizando apenas com as de Job, são finalmente recompensadas.
Já para 1974 aproveitei o saldo acumulado do cartão Bertrand:
A 28 de Setembro de 1974, ainda o povo celebrava a liberdade conquistada na revolução de Abril, um golpe militar apoiado por Moscovo, e consentido por Washington, coloca os comunistas no poder em Portugal. A propriedade privada é abolida, uma base militar soviética é construída em Sines e uma nova polícia política prende, tortura e condena ao esquecimento todos os opositores do regime. Ano após ano, cerimónias grandiosas em Lisboa e no Porto celebram com paradas militares e bandeiras vermelhas os sucessivos aniversários da revolução comunista.
O País mergulha num longo período de trevas que resistirá à queda do Muro de Berlim e ao colapso da URSS. No recanto mais Ocidental da Europa, completamente isolado do exterior e com fronteiras vigiadas, subsiste um dos últimos bastiões do comunismo no mundo. É neste ambiente opressivo que se confrontam as personalidades de dois antigos amantes. Francisco, um escritor dissidente, e Maria, uma cada vez mais importante figura da nomenclatura. Francisco paga um preço demasiado alto por afrontar o regime com um livro perigoso para o poder, Maria age à luz da fé inabalável, urgente e implacável de tudo destruir para fazer nascer um mundo novo.





Mas que belas compras 😀
Fiquei especialmente curioso com a saga da Ursula, é uma autora que gosto muito. 🙂
🙂 e este é o primeiro – já o comecei a ler ! tem a vantagem de ser pequenino
Sim, ajuda. 😀 Lê-se mais depressa.
O Harry Harrison tem alguns livros editados na Argonauta. O que me vem imediatamente à cabeça é o “Bill, o Herói Galático”, uma divertida sátira ao mundo militar. Aqui à uns tempos, li o ‘Deathworld’. Do que me lembro, lªe-se bem, mas não me pareceu algo de verdadeiramente extraordinário.
livros da Argonauta tenho muito poucos – talvez por isso este autor me tenha passado ao lado ! 🙂 a minha expectativa é quase nula, mas com histórias mais curtas costuma dar para ter uma boa amostra.