249 – Spy Family – Vol. 1 – Tatsuya Endo – Um espião precisa de fingir uma família num curto espaço de tempo para poder concretizar uma missão. Tendo havido uma redução drástica do número de espiões, está por conta própria. E como conseguir uma criança? Bem, num orfanato. Por casualidade, a criança que escolhe é uma telepata curiosa que percebe as suas intenções, mas a combinação resulta numa série de interacções curiosas. Já a figura de mãe vai ser ocupada por uma jovem que sofre uma enorme pressão social em apresentar um par. Nas horas livres é uma assassina. É uma combinação engraçada, mas que neste volume ainda não está apurada. Provavelmente irei ler mais um ou dois volumes para perceber como a dinâmica irá evoluir;
250 – A Ilha – Mayte Alvarado – Vencedor, em várias categorias, de vários prémios, é uma leitura suave, que explora a relação com o mar numa ilha – o mar que fornece alimento e sustento, mas que, também, trará a destruição. Visualmente, é uma obra engraçada, mas que, apesar de todos os prémios e desenhos elegantes, não me convenceu;
251 – Inefables – Lewis Trondheim – Esta leitura curta apresenta uma história por página. As personagens são peculiares, as reviravoltas inesperadas e, até, idiotas, a concretização é cómica e irónica. É uma leitura engraçada, com momentos de genialidade, mas que não mantém o mesmo nível em todas as páginas;
252 – Matt Wagner’s Grendel Devil Child – Diana Schutz, Tim Sale e Teddy Kistiansen – Os monstros desta história não são feios, horríveis e constantemente maus. Neste caso, a história de abuso remete-nos para um relacionamento com uma jovem (demasiado jovem) que oscila entre fascínio e terror. Apesar de fazer parte de uma série, pode ser lido isoladamente. É uma narrativa dura, bruta e visceral, não aconselhada a leitores mais sensíveis.
