Entre passagem na FNAC com cheque oferta, e a livraria Fyodor, estas foram as últimas aquisições. No topo encontra-se Robot Dreams, uma compilação de histórias de Isaac Asimov cujo título me relembra o tão conhecido Do Androids Dream of Electric Sheep de Philip K. Dick. A compilação abre com Little Lost Robot, um conto publicado na Astounding Science Fiction que terá sido adaptado na série televisiva Out of this world. Entre as restantes histórias destaca-se também a história que dá título ao livro, Robot Dreams que terá sido nomeada para um prémio Hugo, ou The Martian Way, uma das escolhidas dentro das melhores novelas de 1965.
À direita encontra-se EVE de Tony Gonzales:
A clone with no name or past awakens to a cruel existence, hunted mercilessly for crimes he may never know; yet he stands close to the pinnacle of power in New Eden.A disgraced ambassador is confronted by a mysterious woman who knows everything about him, and of the sinister plot against his government; his actions will one day unleash the vengeful wrath of an entire civilization.
And among the downtrodden masses of a corporation-owned world, a man named Tibus Heth is about to launch a revolution that will change the course of history. The confluence of these dark events will lead humanity towards a tragic destiny. The transcendence of man to the dream of immortality has bred a quest for power like none before it; empires spanning across thousands of stars will clash in the depths of space and on the worlds within. Those who stand before the tides of war, willingly or not, must face the fundamental choices that have been with man for tens of thousands of years, unchanged since the memory of Earth was lost.
This is EVE, The Empyrean Age. A test of our convictions and the will to survive.
Aqui estão duas primeiras edições, dois livros que provavelmente nunca foram lidos – as páginas custam a abrir. A conjura de José Eduardo Agualusa retratará sonhos africanos de há largos anos:
Entre 1880 e 1911, na velha cidade de S. Paulo da Assunção de Luanda, histórias se passaram que a História não guardou. Histórias de amores e de prodígios: rumores que persistem em antigas canções. Nessa época, de turbulentos sucessos e mudanças, quando nas ruas de Luanda se cruzavam as tipóias dos nobres senhores africanos com as quibucas de escravos e os degredados víndos do Reino se entranhavam pelos matos em busca de fortuna, nessa época todos os sonhos eram ainda possíveis. “A Conjura” conta um desses sonhos. Talvez o maior…
Eis os que foram, para mim, dois dos grandes lançamentos de banda desenhada nos últimos tempos (a par, claro, com o volume 2 de Saga). O livro de André Oliveira já o li e contem excelentes histórias curtas ilustradas por diferentes e interessantes estilos.




