Elephantmen 2260 Vol.1 – Starkings & Medellin

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A aquisição e leitura desta série foi provocada pela inauguração de pranchas originais na Leituria, onde esteve presente Carlos Pedro, que haveria de integrar a equipa responsável por esta série, em volumes mais avançados. A curiosidade levou-me a encomendar e a ler o primeiro volume, percebendo que esta série é uma Spin-off da Elephantmen.

Apesar dos princípios científicos duvidosos (que poderiam ter sido menos detalhados para evitar esta incredibilidade do leitor) o visual futurista com seres criados laboratorialmente onde se cruzaram humanos com animais e as pequenas tiradas de humor negro foram os elementos suficiente para achar a história engraçada ainda que tenha algumas falhas no argumento.

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Estes seres inteligentes, de grandes proporções, criados com intuitos bélicos, acabarão por ser integrados na sociedade humana. Escusado será dizer que algumas das infra-estruturas não estão preparadas para a dimensão destes seres, percepção que irá ajudar a criar algumas das tiradas cómicas que vamos encontrando.

Aquando da morte de um casal associado a uma empresa de biotecnologia, é activado o serviço de dois detectives privados, um humano e um homem-elefante. O humano é assombrado pela presença da ex-namorada, que terá morto numa cena de ciúmes, que se apresenta sempre em vestidos diminutos e provocantes – facto que a própria destaca acusando a imaginação masculina.

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Lutas com robots e dinossauros – o elevado tamanho destes animais transformados permite a criação das mais variadas cenas de luta onde, às tantas, nem as próprias personagens percebem se estão a enfrentar seres imaginários ou existentes. Principalmente quando até ao homem-elefante aparece a ex-namorada morta do seu companheiro humano.

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Apesar do aspecto gráfico bombástico, a introdução de tantos elementos extremos torna a história surreal. Por outro lado, quando o enredo se revela, pouco deixou por adivinhar, seguindo de forma directa todas as pistas apresentadas ao longo da investigação.

Explorando levemente o tema do preconceito (neste caso contra estes seres criados por manipulação genética) e do trauma bélico, consegue ser uma leitura engraçada pelas tiradas cómicas e pelos cenários de cores brilhantes onde nos apresentam lutas impossíveis que respondem a quase todos os clichés do género. Sendo uma história agradável, cumpre o papel de abstrair o leitor e provavelmente lerei mais alguns desta série.

Um pensamento sobre “Elephantmen 2260 Vol.1 – Starkings & Medellin

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