13 – Tokyo Ghoul – Vol. 1 – Sui Ishida – Primeiro volume de uma série Mangá centrada num jovem estudante introvertido e tímido. Conseguindo ter finalmente um encontro com uma jovem, a noite irá terminar com uma grande surpresa quando o tentam comer – literalmente. Ao tentar resistir à ghoul, consegue escapar com lesões graves, mas a ghoul acaba atropelada. E é aqui que começa a aventura do jovem estudante no mundo ghoul, quando o cirurgião usa os órgãos da jovem para salvar a personagem principal. Fluído e estranho, não tem exactamente um relaxar irónico ou cómico. Este primeiro volume apresenta-nos à premissa, mas não deu para perceber se irei gostar da série;

14 – Em Busca do Pássaro Perdido O Búzio de Ramor – Tendre, Loisel e Lencot – Este primeiro volume leva-nos a uma realidade fantástica onde se inicia uma demanda para salvar o mundo. As personagens são caricatas ou peculiares, como já é esperado deste autor, e a premissa permite explorar vários territórios diferentes e perspectivas. Ainda assim, não me está a cativar particularmente;

15 – A Passagem Impossível – José Ruy – Último livro do mestre, estaria a ser desenvolvido de uma forma diferente, para permitir a sua publicação mesmo que todas as páginas não estejam finalizadas. E é isso que acontece. As primeiras páginas apresentam-se com o traço final, as restantes com desenhos não finalizados, mas esboços bastante detalhados e perceptíveis, já com o texto colocado. É interessante perceber como os desenhos evoluem. Em termos de história, o volume leva-nos a seguir uma viagem que tomou uma rota inovadora para a época, ao invés da travessia pelo Sul carregado de piratas. A viagem terá os seus contratempos, próprios do rumo escolhido e da época do ano;

16 – O Assassino – Vol. 1 -Jacamon & Matz – O que têm os assassinos para darem boas personagens? Bem, neste caso (e em outros) uma perspectiva alienada e cínica em relação à humanidade. Esta capacidade de análise sobre as circunstâncias e outras pessoas confere frieza e habilidade para eliminar outros seres humanos. Neste caso, o assassino é um homem solteiro, que apenas mata por contrato, arrecadando, a cada serviço, um montante agradável. Mas a sua vida irá complicar-se quando a pessoa que lhe passa os contratos se revela pouco confiável.