Destaque da semana: O Trono dos Crânios – Peter V. Brett

trono brett

A saga fantástica de Peter V. Brett é, dentro do género, uma das que mais gostei nos últimos anos. Num mundo onde os demónios todas as noites sobem do núcleo da terra para atormentar e chacinar os humanos, a civilização entrou em declínio e a tecnologia, que outrora era tão avançada, desapareceu, levando ao declínio da humanidade.

Numa sociedade quase medieval, os humanos protegem-se recorrendo a runas, desenhos que podem servir de escudo ou exercer poderes sobre os demónios. Estes desenhos são inúmeros e quem os souber desenhar perfeitamente detém algum poder e superioridade sobre os restantes.

A personagem principal é um mensageiro, um dos poucos que se aventura para fora das povoações durante a noite, para levar mensagens e mercadorias. Como tal, sabe desenhar as duas próprias runas. Neste caso específico, o nosso mensageiro, herói principal, é um lutador, um dos poucos que não tem medo de enfrentar os demónios, frutos das diversas desgraças a que já assistiu.

O Trono dos Crânios é mais um volume desta saga que, a meu ver, está a cometer a falhar de se alongar demasiado em determinados episódios. A capa, apesar de achar graficamente excelente, tem levado a alguma contestação por se afastar tanto do aspecto das restantes. Deixo-vos a sinopse deste volume, conforme foi anunciado no blogue oficial da colecção 1001 Mundos:

O Trono dos Crânios de Krasia está vazio.

Construído com crânios de generais caídos e de príncipes demónios, é um lugar de honra e de magia antiga e poderosa, que mantém afastados os demónios nuclitas. Do alto do trono, Ahmann Jardir estava destinado a conquistar o mundo conhecido, reunindo os seus povos isolados num exército unificado capaz de pôr fim à guerra com os demónios de uma vez por todas. Mas Arlen Bales, o Homem Pintado, foi contra este destino, desafiando Jardir para um duelo que ele não podia recusar. Em vez de arriscar a derrota, Arlen lançou ambos de um precipício, deixando o mundo sem um salvador, e dando origem a uma luta pela sucessão que ameaça destruir as Cidades Livres de Thesa. No Sul, Inevera, a primeira mulher de Jardir, tem de arranjar forma de impedir que os filhos se matem e mergulhem o povo numa guerra civil, enquanto se esforçam por atingir glória suficiente que lhes permita reclamar o trono. No Norte, Leesha Papel e Rojer tentam forjar uma aliança entre os ducados de Angiers e Miln contra os Krasianos antes que seja demasiado tarde.

Apanhado no fogo cruzado encontra-se o ducado de Lakton – rico e desprotegido, pronto a ser conquistado. Enquanto isso, os nuclitas têm-se tornado mais fortes, e sem Arlen e Jardir talvez não haja ninguém suficientemente poderoso para detê-los. Apenas Renna Bales pode saber mais sobre o destino dos homens desaparecidos, mas também ela desapareceu…

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