41 / 42 – O Assassino – Vol. 6 e 7 – Jacamon Matz – Eis os últimos volumes da série! Nestes, a história escala, com consequências nefastas para o Assassino e os que o rodeiam. O perigo espreita e, finalmente, vemos as consequências da envolvência com cartéis de droga ou com questões políticas. É uma boa série, que desenvolve uma personagem peculiar de forma coerente, e que consegue apresentar bons episódios de acção, ainda que possua, também, pequenos momentos de introspecção – cada volume começa com um pensamento que se desdobra e reflecte o que se vai passar no volume;
43 – Coda – Vol. 1 – Simon Spurrier e Matias Bergara – Este mundo fantástico parece ter sido voltado do avesso, apresentando-se caótico e peculiar. Seguimos um cavaleiro peculiar que, tendo algumas acções honradas, parece cínico ou, pelo menos, pouco fascinado com a humanidade. Este cinismo não se apresenta como uma forma elevada, antes, quase cobarde e medíocre, o que é uma combinação curiosa para alguém que parece estar em demanda por salvar a esposa. A grande surpresa vem a meio do volume, quando percebemos que as circunstâncias são bastante diferentes das apresentadas inicialmente;
44 – Mezkal – Kevan Stevens e Jef – Sem pai e agora sem mãe (que, depois de contrair várias dívidas, morreu de overdose), Vananka deixa tudo o que conhece e dirige-se ao México, onde se envolve com uma família de pobres agricultores – ou mais especificamente com uma jovem nativa belíssima que vive com o irmão e o avô. A existência parece idílica, mas um primo afastado, envolvido com o negócio de drogas, resolve forçar que a restante família se envolva no negócio, levando todos num percurso de vício e violência. A história prossegue com a esperada sucessão de episódios violentos, mas surpreendendo pela componente visual.
