Desta vez existe uma presença notória de um autor em particular: Zoran Zivkovic. Aproveitando duas promoções em simultâneo da editora (livros a 60% de desconto e três livros pelo preço de dois), resolvei encomendar os que me faltavam do autor. The Twelve Collections and The Teashop foi uma leitura recente, onde se realçou a história que originou a segunda parte do título: The Teashop, um conto misterioso e fascinante, onde no menú de uma casa de chá se pode pedir chá feito de histórias.

Impossible Stories I e II são outras duas antologias do autor, também pela PS Publishing. No primeiro volume podemos encontrar novas histórias assim como ciclos publicados anteriormente em outras edições: Time Gifts, Impossible Encounters, Seven Touches of Music, The Library ou Steps Through the Mist. Impossible Encounters reúne histórias de extraordinários encontros improváveis, em Seven Touches of Music podemos encontrar contos onde a música têm um papel fundamental e em The Library conhecemos variadas bibliotecas. De realçar que em português, apenas este último conjunto foi publicado, pela Cavalo de Ferro.

Impossible Stories II reúne apenas três ciclos de histórias, e todos me são desconhecidos: Compartments reflecte encontros de um viajante em seis compartimentos diferentes de um comboio, Four Stories till the End mostra um estranho edifício onde se pode encontrar uma cela de prisão, um quarto de hotel e um quarto de hospital, e finalmente, Amarcord é constituído por dez histórias interligadas que exploram a memória humana: the positive and the negative, the precious and the profane, the heavenly and the unbearably hellish.

O quarto livro de Zoran Zivkovic, The Bridge,  é um pequeno volume de três histórias que estabelecem ligação entre três diferentes objectos vermelhos: cabelo ruivo, uma bola de bowling e um bikini. Um homem encontra-se a si próprio, uma mulher reconhece numa viagem a vizinha falecida e uma jovem de 14 anos persegue o futuro filho de 17 anos pela cidade.

Para além de Zoran Zivkovic, marcam presença três volumes da série Fables, que li recentemente de um trago.  As personagens do conto de fadas continuam no nosso mundo, fugidos do grande imperador que conquistou os vários reinos fantásticos. Os perseguidos resolvem inverter a situação e passar a atacantes, após largos anos a acumular informação sobre a identidade do imperador e a origem dos seus seguidores.

Get Done é o segundo volume de The Boys, uma série de comics de Garth Ennis que pretende superar The Preacher. Se The Boys supera em violência e frieza, preferi, até agora, The Preacher, que embora tenha demorado mais tempo a arrancar, construiu uma história mais sólida em torno das personagens principais.

O volume do fundo, preto de capa grossa reúne a série de comics Surrogates, que nos transporta para o ano de 2054, onde os seres humanos utilizam surrogates (humanoid remote control vehicles) para interagir. A história parece interessante, e o interior tem bom aspecto – esta será com certeza uma das minhas próximas leituras em comics.

Babylon de Richard Calder foi também lançado pela PS Publishing, decorrendo a história no ano de 1888, num mundo alternativo, onde a civilização mesopotâmica é soberana, e Jack o estripador ataca prostitutas babilónicas. The Babylonian Trilogy por sua vez, reúne três diferentes histórias, em torno de três personagens que se encontram nos jardins da Babilónia.