133 – Missing Pages – Mark Lawrence – Este volume reúne quatro histórias no Universo da Library Trilogy. São histórias tangenciais ao que decorre na história principal, ainda que devam ser lidas por quem conheça as premissas do Universo criado. Não gostei das histórias de igual forma, mas destacam-se as que cruzam o mundo fantástico com o nosso, criando uma dimensão superior ao conceito de Biblioteca que se interliga com várias realidades e tempos;

134 – The Future Library – Peng Shepherd – Eis outra história que começa como ficção científica pura e resvala para algo mais fantástico, com contornos sobrenaturais e inexplicáveis, ficando-se por uma leitura frustrante. Centrando-se numa civilização humana decadente, onde quase todas as árvores foram cortadas. Resta uma pequena floresta, criada com o objectivo de publicar livros um século depois. Mas quando uma árvore, ao ser cortada, revela um texto, cria-se furor perante todas as restantes plantas que não foram cortadas. Interesses económicos e políticos parecem sobrepor-se a tudo o resto;

135 – Oshi no Ko – Vol. 6 – Aka Akasaka e Mengo Yokoyari – Esta série tinha-me despertado interesse pela oposição de uma premissa inicialmente fofinha (onde as jovens raparigas se tornam ídolos) e um lado negro de investigação criminal. Focando-se agora nos filhos de uma artista assassinada, que, enveredaram, também eles, pelo mundo do espectáculo, parece estar a dar muito mais palco às interacções entre artistas do que à premissa original, onde se tenta descobrir o assassino;

136 – Solo Leveling – Vol. 18 – Dubu e Chugong  – Se, no volume anterior, acompanhamos Seong Jinu enquanto tenta levar uma vida normal como adolescente, aqui vemos como se tornou parte da polícia e usa os seus inúmeros poderes para resolver crimes. Adicionalmente, vamos acompanhando o crescimento de um jovem, também ele com poderes, que poderá se tornar problemático. O volume vai alternando memórias do passado que não existiu com episódios desta nova realidade, mostrando como os acontecimentos podem ter sido apagados da maioria das pessoas, mas restam sombras de algo que continuam a influenciar o mundo humano.