137 – Sinais de Afecto – Vol. 6 – Suu Morishita – Os primeiros volumes exploram a aproximação das duas personagens, e a forma quase inocente como se envolvem. Começam, no entanto, a surgir contornos menos fofinhos, com possíveis segredos passados e perspectivas ainda não partilhadas que podem afectar o relacionamento. Ainda assim, continua a ser uma leitura confortável e amigável;
138 – Kagurabachi – Vol. 1 – Takeru Hokazono – O filho de um mítico forjador de katanas tem como missão recuperar as katanas mágicas que um gangue tem em seu poder. A premissa explora o relacionamento entre o pai e o filho, a história das armas, mas permite, claro, uma sucessão de encontros sérios num tom pesado. É uma narrativa série, pouco humorística que se distancia bastante, em tom de narrativas tipo Naruto, sendo mais apropriada para uma faixa etária mais elevada;
139 – Seasons of Glass & Iron – Amal El-Mohtar – A colectânea de histórias da autora oscila entre vários tons, mas entrega sempre uma escrita impecável e melódica, à qual se somam contornos fabulásticos. O resultado é excelente, ainda que deva ser feito em ritmo mais pausado, para que os mais variados detalhes sejam compreendidos;
140 – Precious Little Things – Adrian Tchaikosvsky – Dado que Made Things vai ser uma das minhas próximas leituras, quis ler primeiro esta pequena história cronologicamente decorre antes do livro. Nesta pequena história uma série de homúnculos, pequenos seres de forma humana e formados pelos mais diversos materiais, vivem numa sociedade complexa, no que parecem ser as estantes de um mágico inerte. Sem grandes explicações, mas apresentando episódios que explicam a premissa deste Universo fantástico, é uma das melhores histórias que já li nos últimos tempos. Se continuar assim, Adrian Tchaikosvky corre o risco de se tornar um dos meus autores favoritos, o que é um problema sério, dada a velocidade com que lança livros e a extensa obra que já publicou.