war stories

De títulos e premissa semelhante, este dois contos iniciam-se com a descrição de suits, fatos de guerra tecnologicamente bastante desenvolvidos, e mais valorizados que as vidas dos humanos que na guerra participam. E em ambos os finais são bastante altruístas, ultrpassando a cegueira dos objectivos de cada batalha.

Em Mission. Suit. Self. os fatos são mais preciosos que o próprio soldado, sendo apenas ultrapassados em valor pela missão. A cada soldado são dadas instruções específicas que deverá obedecer sem desvio, mesmo perante seres humanos indefesos e desprotegidos. Tom é um soldado instruído para garantir o perímetro contra os soldados inimigos. Fora desse perímetro encontra-se uma vila, que terá recebido mensagens para evacuar, mas que, sem meios, aguardam uma missão de salvamento que não existe.

Em Suits os fatos são autómatos preciosos, comandados quase como tanques, poderosas armas destruidoras. Quem os mantém são dois engenheiros, dois seres do tamanho de crianças com ingenuidade equivalente, que desconhecem a guerra, mas que adoram os mecanimos que envolvem os fatos. Numa missão mais arriscada um deles terá de se deslocar ao terreno para poder arranjar in loco o fato, e surpreende-se com o aspecto humano e frágil do inimigo.

Apesar de serem bastante diferentes em detalhes e desenvolvimento, a moral de ambas as histórias é bastante semelhante, terminando na maior valorização da vida de inocentes do que nos princípios da guerra, tão estranhos para o comum soldado.