Num mundo que afinal é partilhado por outra espécie sapiente, é a ambição humana que leva à expansão das inocentes e infantis salamandras. A troco de ferramentas trabalham como escravas para os humanos, construindo diques e ajudando na expansão de terras. Até serem corrompidas pela ambição – mas as salamandras não são enfraquecidas pelas diferenças de raça, religião ou classe social – constituem uma unidade com um objectivo comum.

Um projecto “modesto” iniciado por um capitão sonhador torna proporções incontroláveis. Progressivamente, as salamandras expandem-se com a ajuda humana, e acabam por constituir parte fulcral da ecnomia mundial.

Obra de referência pelo tom satírico com que antecipou alguns acontecimentos históricos, não me fascinou. A história é contada a partir de várias fontes, desde notícias em jornais a pequenos relatos, mas a forma como está exposta não me atraiu e apesar de ter apreciado a premissa, senti alguns momentos de tédio.

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