New Books Around (2009-03-02)

Ricardo Pinto, luso-descendente, é o autor da trilogia The Stone Dance of the Chameleon (A Dança de Pedra do Camaleão). Os dois primeiros volumes foram traduzidos e publicados, em Portugal, pela Editorial Presença há quase 6 anos. Li ambos pouco tempo depois da sua publicação e recordo-me de procurar pelo terceiro volume… até perceber que ainda não tinha sido escrito.

A trilogia decorre num mundo ficcional, com uma sociedade dividida em castas, em que a classe governante se rege por um extenso protocolo, e as máscaras possuem um papel importante. Como seria de esperar, uma intrincada rede de influências, essencialmente masculinas, expande-se em busca de poder.

Lembro-me de não ter sido fácil ultrapassar as primeiras páginas de Os Escolhidos. No entanto, depois de ultrapassadas e recomposta da estranheza inicial, o texto fluiu.

A história possui alguns pormenores originais que a distinguem do que já tenho lido. No entanto, no final do segundo livro, ficou-me a sensação de amor / ódio que só poderá ser resolvida no terceiro livro com a conclusão da história.

E finalmente chegou The Third God – um título que, a meu ver, poderá ser um spoiler:

Amidst the massacre he himself helped bring about, Carnelian is now desperate to find a way to avoid more carnage. But it is too late for that. His spurned lover, Osidian, seeking revenge and determined to win back his stolen throne, has deliberately stoked the wrath of the Masters who rule the world from its center, Osrakum. Osidian’s actions have stirred into motion political events in Osrakum which threaten to overturn the millennial repressive order of the Commonwealth. Carnelian learns that he and those he loves are now inextricably enmeshed in the terrible power game of the Masters. If he and they are to survive, he has no choice but to play that game himself, though he does not know how. He has no choice but to stand with Osidian in defiance of the invincible power of the Masters. No choice but to take his loved ones deeper into peril. In his struggle he will find unlooked for allies and guidance with dreadful motives of its own. Ultimately, he will unleash apocalyptic forces which will bring him and his world to a reckoning none could have forseen, though it has been simmering for four thousand years.

God of Clocks é também o terceiro volume de uma saga, de Allan Campbell, do qual só li o primeiro, Scar Night, que me desiludiu – uma história engraçada com algumas potencialidades, mas também alguns clichés.

A personagem principal é um anjo – um dos últimos da sua espécie; órfão, sem a temeridade de seu pai, ridicularizado pelos que o rodeiam, e de quem se espera um papel muito acima do que ele parece ser capaz de desempenhar. Assim seguimos um pobre anjo, uma personagem que se torna cómica de tão naive, através de uma estranha aventura. O que me desapontou foi o final – confuso e com uma alta dose de lamechice. Ainda assim, esta impressão no final poderá ser esquecida, dependendo da orientação que o autor decida dar à história:

War, rebellion, betrayal—but the worst is still to come. For in the cataclysm of the battle of the gods, a portal to Hell has been opened, releasing unnatural creatures that were never meant to be and threatening to turn the world into a killing field. And in the middle, caught between warring gods and fallen angels, humanity finds itself pushed to the brink of extinction. Its only hope is the most unlikely of heroes.

Former assassin Rachel Hael has rejoined the blood-magician Mina Greene and her devious little dog, Basilis, on one last desperate mission to save the world from the grip of Hell. Carried in the jaws of a debased angel, they rush to the final defensive stronghold of the god of time—pursued all the while by the twelve arconites, the great iron-and-bone automatons controlled by King Menoa, the Lord of the Maze. Meanwhile, in the other direction, the giant John Anchor, still harnessed to his master’s skyship, descends into Hell itself to meet Menoa on his own ground.

But neither Heaven nor Hell is anything they could ever expect. Now old enemies and new allies join a battle whose outcome could be the end of them all. Rachel’s ally, the god Hasp, finds himself in the grip of a parasite and struggles against conflicting orders to destroy his own friends; and a dangerous infant deity comprised of countless broken souls threatens to overcome them all. As Rachel travels to the final confrontation she has both sought and feared, she begins to realize that time itself is unraveling. And so she must prepare herself for a sacrifice that may claim her heart, her life, her soul—and even then it may not be enough.

The Black Mirror and Other Stories: An Anthology of Science Fiction from Germany and Austria é uma colectânea de contos que já, por várias vezes, captou a minha atenção em vários blogs e sites ingleses ou americanos. Esta antologia possui histórias que remontam a 1871, a sua maioria desconhecida e nunca antes traduzida.

Mais informação sobre o livro, os autores e uma lista de conteúdos, pode ser encontrada no site da editora:

This is the first collection of classic and contemporary German-language science fiction in English. This entertaining anthology of twenty-five stories delivers great reading and an overview of German-language science fiction, including works by early pioneers through contemporary luminaries of the genre. The introduction provides a succinct history of German language science fiction, including its representation in Hugo Gernsback’s popular magazines. The book includes select bibliographies of writings on German science fiction.

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