Últimas aquisições

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E estas foram as mais recentes aquisições, quase todas aproveitando as promoções da Bertrand de pelos menos 20% em todos os livros. O primeiro, Os sete loucos é um dos recentes lançamentos da Cavalo de Ferro que tem estado no meu radar há alguns meses:

Em risco de ir parar à prisão por ter desfalcado a empresa onde trabalha, abandonado pela mulher e frustrado nas suas pessoais ambições de genial inventor, Remo Erdosain, angustiado pelo rumo que a sua vida tomou, procura a solução dos seus problemas nas ruas mal-afamadas de Buenos Aires. É nestas que entra em contacto com um obscuro grupo de conspiradores que planeia instaurar no país um novo regime político que sirva os seus próprios interesses, uma combinação ideológica de populismo, comunismo e fascismo, assente na mentira e financiado pela gestão de
uma rede de bordéis.

Publicado em 1929, em vésperas da ditadura argentina, que antecipou de forma profética, Os sete loucos é considerado um dos romances que inauguram a moderna literatura argentina e fonte de inspiração para autores como Cortázar, Sábato e Onetti. Uma obra-prima literária de visionarismo e ironia, uma «viagem ao fim da noite» em tons sul-americanos.

 

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Por sua vez, O que esperam os macacos de Yasmina Khadra possui uma capa repelente (não pela capa em si, mas por se assemelhar à das obras românticas de tom repetitivo). O facto de ser um livro muito badalado não auspicia uma grande obra, mas tanto o título como a sinopse convenceram-me a dar-lhe uma oportunidade:

Uma jovem estudante é encontrada assassinada na floresta de Baïnem, perto de Argel. Uma mulher, Nora Bilal, é encarregada de conduzir a investigação, longe de pensar que a sua rectidão é um perigo mortal num país entregue aos tubarões de águas turvas.”Que Esperam os Macacos” é uma viagem pela Argélia de hoje onde o Mal e o Bem se sentem constrangidos no meio dos malefícios naturais dos homens.

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A Misteriosa Mulher da Ópera relembrou-me, em conceito, O Caso do Cadáver Esquisito, publicado pela Prado onde, também, vários autores se juntaram para contar uma história. Tendo ambos a participação de Afonso Cruz, resolvi experimentar:

Um desafio. Sete autores. Catorze mãos. Sete personagens inesquecíveis. Uma única história. Uma trama arrebatadora que contém de tudo, desde crimes misteriosos, o fantasma de uma avó violinista, flûtes de champanhe, um gato persa chamado Psiché que por vezes se vê obrigado a fazer de pêndulo de Foucault, uma caixa de violino suspeita de assassinato, uma taberna onde se canta o fado em Xabregas, e amor, amor em catadupas, uma grande paixão, desencontros terríveis, equívocos inexplicáveis, reencontros inesperados. A aventura vai das avenidas de Paris, à Rua Heróis de Quionga, ao Teatro Nacional de São Carlos, ao cais de Xabregas e a um cacilheiro que parte para Veneza deixando um cadáver para trás.

O último do conjunto de novas aquisições é o segundo volume de Tony Chu, publicado em Portugal pela G Floy, em preço e formato atraente.

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