Alguns meses depois de ter sido lançado no mercado internacional (confesso que já tinha perdido a esperança e que já o adquiri em inglês), eis que chega finalmente o terceiro volume da trilogia O Livro do pó, que decorre no mesmo Universo ficcional de uma das minhas séries de fantasia favoritas de todos os tempos, His Dark Materials. Infelizmente, esta série parece não estar ao mesmo nível havendo críticas menos positivas para o fechar da série. Ainda assim, irei lê-lo, nem que seja por nostalgia em relação à série principal e à possibilidade de rever as personagens. Deixo-vos como a sinopse:

Quando os leitores deixaram Lyra em A Aliança Secreta, ela estava sozinha, nas ruínas de uma cidade abandonada. Pantalaimon tinha fugido em busca da imaginação que acreditava ter perdido. Desde então, Lyra atravessou o mundo a partir de Oxford, determinada a reencontrar o seu daimon. E Malcolm, sempre fiel, partiu também numa longa jornada, seguindo as Rotas da Seda em busca dela. Em O Campo de Rosas, as suas buscas convergem da forma mais perigosa. Eles terão de recrutar a ajuda de espiões e ladrões, grifos e bruxas, velhos e novos amigos, para desvendarem as verdades profundas e surpreendentes do aletiómetro. À sua volta, o mundo arde, dominado pelo medo, pelo poder e pela ganância. Lyra e Malcolm viajam para este, em direção ao edifício vermelho, onde se voltarão a encontrar e, com sorte, obterão respostas sobre o Pó, sobre as rosas especiais e sobre a imaginação. Contudo, à medida que se aproximam do seu objetivo, aproximam-se também do poderoso Magisterium, que ameaça destruir tudo o que Lyra ama.

Trinta anos depois de o mundo conhecer Lyra Belacqua, este é o desfecho grandioso de O Livro do Pó e de um dos universos mais marcantes da literatura contemporânea.