Assim foi: Festival Contacto

O Contacto ocorreu este Sábado em Benfica, no Palácio Baldaya!  Trata-se de um espaço recuperado recentemente (e inaugurado no dia 01 de Setembro de 2017), com várias salas, wi-fi gratuito, uma pequena biblioteca, uma ludoteca e uma cafetaria. O palácio possui, ainda, um belíssimo jardim interior!

A disposição do espaço permitiu a execução de várias actividades em simultâneo, com uma sala de jogos de tabuleiro, uma sala de escape room (organizada pela liga Steampunk), uma feira do livro, uma sala Harry Potter, actividades Star Wars, uma sala de apresentação e uma sala para contadores de contos (e é possível que me tenha esquecido de alguma coisa.

Com várias actividades à disposição, optei para assistir primeiro àquelas que ocorriam apenas uma vez, o lançamento de A Espada Que Sangra de Nuno Ferreira e o lançamento de Comandante Serralves – Expansão. No primeiro caso trata-se de uma nova edição do livro do autor,  o primeiro de uma saga fantástica que verá os restantes volumes publicados pela Editorial Divergência, e que sofreu, para esta publicação, uma extensa edição (com alguns cortes). Já cá tenho o meu exemplar assinado e prontinho para ser uma das próximas leituras!

Por sua vez, Comandante Serralves – Expansão reúne 3 longas histórias passadas no Universo de Comandante Serralves, Space Opera portuguesa onde um Império humano se expande pelo Sistema Solar. Este Império possui características ditadoriais e, como tal, organizou-se um grupo de dissidentes que estão contra o Regime. Comandante Serralves é um dos elementos principais, um humano de ascendência portuguesa que renasce no corpo de voluntários sempre que o corpo anterior é destruído nalguma missão.

Este volume começa com O entrelaçamento electroquântico de que são feitas as lendas de Rui Bastos, um conto que já tinha lido noutro formato e que aconselho bastante. É um conto bem tecido com toques cómicos onde não falta o cientista louco que aspira ao impossível. Mas o volume tem outros contos que ainda não li!

Depois dos lançamentos foi a vez de jogarmos um joquinho de tabuleiro, neste caso, Labirinto, um jogo engraçado que trabalha a memória com alguma estratégia, enquanto esperávamos para entrar para a Escape Room, organizada pela Liga Steampunk. No nosso caso levámos crianças que se divertiram imenso. Tratou-se de um actividade engraçada, realçando-se a creatividade necessária para o aproveitamento do espaço.

Entre a desgraça da feira do livro (desgraça, pelo mal que fez à carteira), pausa para conversas e jogos de tabuleiro, foi uma tarde muito bem passada, num espaço divertido que proporcionou bons momentos para todas as idades! Como ponto negativo tenho apenas a quebra que a feira de artesanato proporcionava ao evento (quebra provocada por decisões alheias à organização do Contacto). De destacar que se trata de um evento gratuito (salvo por algumas actividades de preço irrisório que ajudaria a compensar as despesas de material associadas) organizado por gosto da Imaginauta em trazer a ficção especulativa nas suas várias expressões!

2 pensamentos sobre “Assim foi: Festival Contacto

  1. Pingback: Comandante Serralves – Expansão | Rascunhos

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