347 / 348 – Ascendance of a Bookworm – Vol. 3 e 4 Suzuka, Kazuki – A criança continua a apresentar conhecimentos acima do que é esperado, conseguindo arranjar quem lhe explique como ler e escrever neste novo mundo. Adicionalmente, revela-se um prodígio com contas, o que lhe garante acesso a novas pessoas e conhecimento. Ajudada por um amigo, também de tenra idade, tecem um plano para conseguirem ultrapassar a sua condição social e as expectativas familiares;

349 – Solaris – Stanislaw Lem – Este clássico de ficção científica entra, por vezes, em percursos mais exotéricos e existenciais, não deixando de ser uma instrospecção interessante sobre condição humana e memória;

350 – The Summer War – Naomi Novik – O mais recente livro da autora é uma pequena narrativa fantástica que apresenta traços medievais ao mesmo tempo que refere a diferença da condição feminina e masculina no contexto, ultrapassável seja a jovem apresentar alguma capacidade que a distinga. Neste caso, apresenta-se, também, um reino feérico em constante luta com os humanos, por conta de uma ofensa distante – elemento que vai levar a narrativa por caminhos inesperados. Tal como noutras narrativas que envolvem criaturas feéricas, as histórias devem seguir um determinado padrão, as promessas não se quebram, mas podem ser reinterpretadas, havendo que ter cuidado com as palavras exactas que se proferem;

351 – A bela casa do Lago – Vol. 2 – Tynion, Martinez Bueno e Bellaire – Conclusão da duologia que apresneta um lado ainda mais negro e desesperante do grupo de humanos que se encontra fechado numa casa, um género de big brother proporcionado por alienígenas como visto ao estudo da humanidade, no seguimento do extermínio da restante espécie humana;

352 – Delicious in Dungeon – Vol. 1 – Ryoko Rui – Uma história leve e divertida, inconsequente mas que proporciona escape. Um grupo explora as catacumbas carregadas de monstros para conseguir chegar a um tesouro distante. Mas com o diminuir dos recursos e confrontado com escolhas difíceis, há quem decida tentar-se alimentar do que encontram – mais especificamente de monstros e de outras criaturas estranhas. O resultado é um fascínio por culinária alternativas, que oscila episódios perigosos com comicidade.