57 – Witch Hat Atelier – Vol. 13 – Kamome Shirahama – Tendo sido descoberto o mago que está por detrás do monstro que ataca a cidade, Coco quer continuar as buscas por Custas, mas só o poderá fazer adoptando outra forma. Em paralelo, encontram-se formas de contornar as regras fundamentais que separam a magia da medicina, e usar a interligação para bem da população que foi atacada;
58 – Frieren – Vol. 7 – Kanehito Yamada e Tsukasa Abe – Durante a próxima viagem vão parando para explorar o que os rodeia, descobrindo coisas sobre si próprios, e vivendo memoráveis momentos frustrantes. A história continua em tom pausado, com uma grande incógnita sobre a forma como Frieren parece apática perante o que a rodeia;
59 – Coisas Ruins – João Zamith – Livro de terror de João Zamith que usa o imaginário português para tecer um enredo que saltita entre várias personagens de forma competente. A história está carregada de tensão e antecipação, que vai sendo construída ao longo de várias páginas, conseguindo terminar de forma coerente e satisfatória. Não sendo o meu género favorito, é um livro aconselhável e bem construído.
60 – Oshi NO KO – Vol. 5 – Aka Akasaka e Mengo Yokoyari – O jovem envolve-se numa peça de teatro onde espera encontrar mais informações sobre a morte da mãe. Em paralelo, vamos percebendo como as tensões se acumulam por conta da fiabilidade (ou falta dela) da peça de teatro em relação ao Mangá que lhe dá origem. Em paralelo, a história apresenta também o processo de criação de Mangá e como os criadores sentem a pressão da indústria.
