61 – We speak through the mountains – Premee Mohamed – O segundo volume da trilogia mostra a viagem até à Universidade mítica, para onde Reid foi convidada. Ao chegar, a Universidade é simultaneamente tudo o que tinha desejado e tudo o que estranha. Aqui parece que o apocalipse nunca existiu, vivendo um conjunto limitado de seres humanos que possuem todas as mordomias possíveis. Reid, pouco habituada, sente todo o peso de anos de sobrevivência em comunidade em hábitos que não consegue largar sem se sentir culpada. Mas como começa cedo a perceber, o paraíso tem contornos mais negros do que espera, e Reid começa a desafiar o sistema desde cedo. A história é menos poética e mais focada na acção e na oposição de Reid ao sistema, uma revolta que percebemos pelos contrastes com a realidade que percepcionámos no primeiro volume;
62 – Clube das Princesas Amaldiçoadas – Vol. 4 – LambCat – Tal como os anteriores volumes, as princesas amaldiçoadas juntam-se para resolver os seus problemas, colocando-se em sarilhos ainda maiores. Neste volume o passado faz-se sentir e irá permitir a redenção, revelando que alguns episódios do passado tiveram consequências diferentes das esperadas. É, também, um volume divertido com algumas pontas de ironia;
63 – Thorgal – O Eremita de Skellingar – Yann, Fred Vignaux – Depois de uma tentativa de assassinato, Thorgal irá partir com o objectivo de explorar um estranho culto ao Pássaro Azul que leva os peregrinos a tentar uma viagem da morte a uma ilha remota. Trata-se de uma história que trata de obsessão religiosa e que apresenta Thorgal como um defensor da liberdade individual;
64 – Thorgal – A Selkie – Yann, Fred Vignaux – Thorgal vai tentar salvar a filha raptada, tendo que para isso deslocar-se a uma ilha amaldiçoada por uma Selkie, criatura mítica que possui a aparência de uma foca, deixando a pele para se transformar numa mulher. O mito ecoa na ilha originando um ritual anual, e provocando a morte regular de vários homens que se suicidam.
