One of the reasons is the belief by highly successful people that they are successful because of their own innate abilities. I think as a professor at Stanford I am lucky to be here. But I think Larry Summers thinks he is successful because of his innate inner stuff.
(…)
People are still arguing over whether there are cognitive differences between men and women. If they exist, it’s not clear they are innate, and if they are innate, it’s not clear they are relevant. They are subtle, and they may even benefit women.

In NYtimes

A existência (ou não) de tratamento desigual consoante o sexo não é algo debatido apenas em termos sociais, mas também em termos científicos.

Existem defensores de capacidades intelectuais diferentes, ou da interferência da emotividade feminia. Alguns defendem efeitos hormonais para maior competitividade por parte dos homens, ou estes terem uma maior disponibilidade para a ciência.

Apesar de até poder acreditar que existam algumas (muito poucas) características determinadas pelo sexo, para mim as diferenças que possam existir são principalmente socio-induzidas e prendem-se a pormenores como estímulo, incentivo e apreensão de padrões sociais.

Há quem defenda que as mulheres já não são marginalizadas em nenhum campo ou actividade. Embora não seja feminista, nem costume ter a mania da perseguição, considero que ainda estamos muito longe de um caminho sem descriminação – sexual, racista, visual…

Por enquanto, continuam-se a ver artigos em revistas conceituadas, e a ouvir comentários sexistas de professores segundo os quais as alunas não possuem capacidade de compreensão, apenas de marranço. Paralelamente existe quem atribuia capacidades inatas e tendências masculinas para matemática, física e visualização espacial. Será? E até que ponto as possíveis diferenças se podem reflectir nas capacidades intelectuais? Crenças de quem julga ter perdido as asas e caído do céu?