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As feiras marcadas para este fim-de-semana há muito tempo que estão agendadas e publicitadas – lembro-me de receber avisos há cerca de um mês, por e-mail. Quando lá cheguei a primeira surpresa até foi agradável – o preço do bilhete era bastante inferior ao indicado e incluia entrada para as três feiras a decorrer.

Depois da entrada veio a desilusão – em qualquer dos pavilhões notavam-se os espaços vazios e desocupados em que cheguei a pensar – porque não juntaram tudo num único? Sempre dava uma sensação de menor abandono. De resto, notavam-se alguns espaços fora do contexto o que não beneficiou a sensação de vazio.

Comecemos pela Bagageira. O espaço estava bastante ocupado pelos carros da ACP, restando apenas espaço para meia dúzia de vendedores com velharias várias. Pouco ou nada vi de interessante nesta zona, que facilmente é ultrapassada pela feira do Príncipe Real, quer em quantidade, quer em variedade.

Se houve fábricas a levar restos de colecção para a feira de Outlet, pouco se reparou. Havia uns três espaços com sapatos que não se realçavam pela variedade e vários espaços para a roupa, que não despertava interesse suficiente para parar e ver melhor. Ficaram-me na memória um espaço com jogos para consola e PC, meia dúzia de espaços com bijuteria e uma secção de comidas bem composta.

De resto, a maioria do espaço ocupado, estava-o graças a uma pista de neve para crianças, um pavilhão enorme da Leya, uma secção para a polícia, para o centro de emprego da Amadora e várias, mas mesmo várias, instituições a pedir contribuições. Já agora, o pavilhão enorme da Leya tinha bastante espaço para autores (muito mais do que para livros), mas não me recordo de ter sido publicitada a presença dos autores nesta feira.