45 – O livro dos dias contados – António Júlio Rebelo – Decididamente não é o meu estilo de literatura. Uma deambulação sem propósito narrativo que se interliga com divino e criação;

46 – Frio Equador – Enki Bilal – Terceiro volume, apresenta um Bilal colorido, de arte espectacular e narrativa ligeiramente hermética e misteriosa. Uma boa leitura, dentro do melhor deste autor;

47 – The Seeds – Ann Nocenti e David Aja – Nesta narrativa ligeiramente futurista, os alienígenas estão entre nós, escondidos, a recolher amostras da vida terrestre. Habituados a passar por planetas menos habitados, estes extraterrestres têm comportamentos bastante divergentes em relação aos humanos. Paralelamente, assistimos a divisões políticas e territoriais, numa sociedade degradada e em declínio;

48 – El Héroe – Livro 1 – David Rubín – Uma reinterpretação da história de Héracles colocando alguns elementos modernos e actuais, mas mantendo a linha original do mito. Visualmente encontra-se dentro do género esperado de David Rubín, de cores puxadas e elementos naive no desenho. Uma boa leitura, que ainda não se tornou excepcional.