Esta semana a conta está mais no sentido desejado, com 13 lidos e 8 que chegaram. Significa que, lentamente, estou a dar cabo da pilha de livros por ler. “Preocupam-me” apenas os livros que não são de banda desenhada, dado que, visivelmente, nesses ainda não estou a conseguir compensar. O usual é que esta tendência se altere durante férias do Verão.

Começando pelos livros “não banda desenhada”, chegou finalmente A Biblioteca Uma segunda casa, de Manuel Carvalho Coutinho, a nova sensação entre livros sobre livros que, neste caso, fala de várias bibliotecas existentes ao longo do país, desde Bragança a Câmara de Lobos.
E Então, Lembro-me é o novo livro de ficção distópica de Catarina Costa, a autora de Periferia, obra também de temática distópica que venceu o prémio Nacional de Literatura Lions de Portugal. A sinopse promete uma obra curiosa em que os membros da distopia perderam todas as memórias.
O último destes três é o primeiro volume da série Blackwater, da autoria de Michael McDowell. Apesar de ter sido escrito em 1983, promete tornar-se sensação, com a adaptação para série televisiva. O autor é, também, conhecido por ter escrito o guião para o filme de Tim Burton, Beetlejuice.



Tempo é o novo livro de Jorge Pinto o autor de Amadeo: A vida e obra entre Amarante e Paris, lançado no mercado português pela Iguana. A sinopse promete, bem como o desenho. Veremos o que entrega, mas as expectativas são elevadas. O volume da direita foi encomendado, se a memória não me falha, em Novembro. Trata-se de um volume de pequenas histórias que decorrem no Universo de I Hate Fairyland, cada uma com a participação de um desenhador diferente.

O primeiro volume da série Arena não me tinha convencido totalmente – mais uma série com batalhas repetitivas em que as personagens principais, de alguma forma, ganham super poderes ou se distinguem dos restantes. Ainda assim, as particularidades da personagem principal (um autêntico psicopata) prometiam distanciá-la da de outras séries. E assim é. Para além deste elemento fundamental no tom narrativo, a história está a desenvolver um mundo alienígena peculiar.
A menina que veio do outro lado vai já para o terceiro volume publicado em Portugal. A série destacou-se, nos dois primeiros volumes, por apresentar um ambiente sombrio e personagens grotescas, que contrastam com as interacções suaves e amorosas que se estabelecem entre as personagens. O desenvolvimento tem sido lento, e existem poucas pistas para o que realmente se está a passar na realidade ficcional que parece apocalíptica. Ou pelo menos catastrófica, com a contaminação de seres humanos por uma estranha doença (ou maldição).



Grão-mestre do demonismo de Mo Dao Zu Shi é a nova série sensação lançada pela Editorial Presença, um fenómeno de vendas a nível mundial que parece apresentar um tema sobrenatural. Confesso que já lhe peguei e li as primeiras páginas, mas achei-o saltitante e algo confuso. A ver como decorre o resto da leitura.
