Torpedo 1972 – Abulí e Eduardo Risso

Torpedo volta algumas décadas depois com Torpedo 1972. Velho, com tremores numa das mãos, pobre, menos fraco do que parece e ainda com pior humor. No seguimento de uma reportagem é indicado como a pessoa que poderá saber quem matou um importante mafioso. O repórter, um homem de carácter fraco que tenta fazer avanços infrutíferos à noiva fotógrafa consegue falar com Torpedo.

Com pior aspecto, menosprezado por aqueles que vêm um velhote incapaz, Torpedo prova que continua igual a si mesmo, sem moralidades ou nojos, aproveitando cada oportunidade para lucrar mais um pouco ou saciar as suas vontades.

Os desenhos a cores de Risso captam bem  o espírito da personagem, dando-lhe a mesma aura de antigamente – uma caracterização impiedosa que combina com a narrativa brutal de Abulí.

A série Torpedo foi publicada pela Levoir em parceria com o jornal Público.

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