113 – A Ameaça Atlante – Yves Sente e Peter van Dongen – Quando, no mar, estranhos fenómenos se acumulam, com o aparecimento de cadáveres pouco recentes e tsunamis, uma investigação se inicia que se interliga com os Atlantes, havendo quem tenha um plano típico de vilão à 007, com a destruição de parte do planeta, e a obtenção de poder sobre um povo. Uma aventura peculiar com viagens à profundidade marítima e ao espaço;

114 – Grão-mestre do demonismo – Vol. 6 – Mo Dao Zu Shu – Acontecimentos do passado envolvendo mortos chamados pelos vivos originam uma demanda por vingança e reconhecimento, numa sucessão de intrigas, revelações e confrontos, quer verbais, quer físicos. A série tem bons momentos, mas continua a não ser das minhas favoritas, talvez pelo tom que é um pouco diferente dos mangá a que estou habituada;

115 – Somna – Becky Cloonan e Tula Lotay – As expectativas eram elevadas e são cumpridas do ponto de vista visual. Já a narrativa é um pouco linear. A história apresenta-nos uma vila americana numa altura onde as mulheres são queimadas como bruxas nas fogueiras, focando-se numa jovem que é fisicamente ignorada pelo marido. A história começa por nos apresentar a jovem e as suas deambulações nocturnas, onde descobre um segredo perigoso da amiga de infância;

116 – Jitterbug – Gareth L. Powell – Não sendo o mais genial livro de ficção científica ou de space opera que já li, é uma leitura aconselhável, carregada de acção e, até de bom humor. A narrativa oscila entre várias personagens, inclusivé da própria nave que é gerida por uma IA, acompanhando sobretudo a tripulação que, com a morte do capitão anterior, muda de ramo de negócio, passando de mercadores a caçadores de recompensas, perseguindo criminosos fugitivos por toda a galáxia. A mais recente missão leva-os a tomar contacto com um segredo do mais alto nível, fazendo com que de repente se vejam no centro de atenções desejadas. A narrativa cruza space opera com viagens no tempo e primeiro contacto.