53 – Family Tree – Vol. 3 – Jeff Lemire, Phill Hester, Eric Gapstur e Ryan Cody – Jeff Lemire encontra-se entre os meus autores favoritos. Mas por vezes, há histórias dele em que duvido de tal classificação. Esta série é uma delas. Começou bem, com uma premissa engraçada que parecia indicar uma mitologia maior e uma história mais grandiosa, mas ficou-se em promessas, entregando uma narrativa com bons momentos, mas, genericamente, com pouca relevância. Teve vários momentos em que parecia ir tomar um bom rumo, mas no final, ficou abaixo das expectativas;

54 – A Universidade das Cabras – Christian Lax –  É uma leitura poderosa e esmagadora, que, de forma surpreendente, encontra paralelismos entre diferentes épocas e regiões, demonstrando como tantos se opõem à educação de outros seres humanos, impondo mudanças culturais ou comportamentos, proibindo leituras ou tornando a cultura inacessível;

55 – The Promised Neverland – Vol. 4 – Kaiu Shirai e Posuka Demizu – Com uma premissa arrepiante e perversa, não se deixem enganar pelo ar feliz e infantil das capas. É que estas crianças que julgam crescer num orfanato afinal estão numa espécie de quinta de humanos, com o objectivo de servir a uns monstros de aspecto arrepiante, os seus preciosos cérebros num prato. As crianças descobrem esta verdade e tecem planos para escapar deste local supostamente feliz;

56 – O Buda Azul – Cosey – Deste autor tinha lido Orchidea e Em Busca de Peter Pan. Ambos eram muito bons visualmente, mas não apresentavam uma narrativa que me envolvesse grandemente. Este volume duplo, que parece fechar a história, distancia-se, com uma história que cruza mistérios tibetanos com questões políticas e paixões míticas.