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No topo podem encontrar Por Universos Nunca Dantes Navegados, uma antologia de histórias curtas de autores portugueses e brasileiros, organizada por Jorge Candeias e Luís Filipe Silva. Para a antologia foram consideradas histórias de vários géneros da literatura fantástica e ficção científica, incluindo terror gótico e história alternativa. Entre as histórias escolhidas podemos encontrar nomes conhecidos como João Ventura, Octávio Aragão ou Telmo Marçal.

Segue-se Song of Time de Ian R. MacLeod, uma história estranha pela qual sinto alguma curiosidade há já algum tempo, principalmente pela sinopse que diz pouco e muito ao mesmo tempo:

A man lies half-drowned on a Cornish beach at dawn in the furthest days of this century. The old woman who discovers him, once a famous concert violinist, is close to death herself… or a new kind of life she can barely contemplate. Does death still exist at all, or has it finally been obliterated? And who is this strange man she’s found? Is he a figure returned from her past, a new messiah, or an empty vessel? Is he God, or the Devil?

Filled with love and music, death and life, mind-stretching ideas and sheer, simple humanity, spanning the world from the suburbs of Birmingham to the streets of a new-Renaissance Paris via the ruins of post-apocalyptic India,
Multi-award winning author Ian R MacLeod here creates some of his most powerful scenes, and his most extraordinary, and yet most believable, characters. If you care about the future, if you care about good story-telling, Song of Time is a must-read.

Everland and Other Stories é a colecção de doze histórias Paul Witcover, onde se inclui Left of the Dial (finalista para o prémio Nebula) e cinco histórias inéditas, que misturam elementos de fantasia, ficção científica e horror:

In “Mayaland,” a callow young man with a romantic attachment to a bloody past learns that there is a price to pay for ignorance . . . and for understanding.
Fundamentalism meets fascism in “Twilight of the Dogs,” a horror story that is also a ghost story that morphs into a science fiction story and then . . .
In “Lighthouse Summer,” a young boy has the adventure of several lifetimes when a summer storm washes an eccentric traveler ashore . . .

Grendel e Os Leões de Al-Rassan são dois livros publicados pela Saída de Emergência na colecção Bang. O primeiro, nomeado para o Mythopoeic Fantasy Award, conta a história mítica de Beowulf pela perspectiva de Grendel, o monstro meio humano que de noite ataca o salão do rei Hrothgar. Mas afinal o monstro é, por vezes, mais civilizado que os humanos que o perseguem, seres humanos traiçoeiros de visão estreita, e vive observando, entre o fascínio e a repulsa, o dia a dia do salão.

Por sua vez, Os Leões de Al-Rassan, da autoria de Guy Gavriel Kay, é uma história épica inspirada na Península Ibérica que decorre na terra de Al-Rassan, terra que reúne três culturas diferentes.

Por sua vez Best of Michael Swanwick é uma antologia que reúne histórias do início da carreira do autor, assim como contos mais recentes, entre os quais dois finalistas ao prémio Nebula, e cinco vencedores do prémio Hugo:

In these pages, Janis Joplin is worshiped as a god, teenagers climb down the edge of the world, zombies are commodified, a vengeful man tracks a wizard across the surface of a planet-sized grasshopper, dinosaurs invade Vermont, a train leaves New York City bound for Hell, and those lovable Post-Utopian con men, Darger and Surplus, seek their fortunes in Buckingham Labyrinth.

Peter Pan e As Aventuras de Pinóquio são dois clássicos de fantasia infantil, há pouco tempo publicados em edição de capa dura, pela editora Cavalo de Ferro, ambos com ilustrações de Paula Rego. Já andava de olho em ambos os volumes, mas aproveitei uma recente promoção da FNAC para os adquirir.

Black Orchid foi a última BD que tive oportunidade de ler – da autoria de Neil Gaiman, apresenta-nos uma heroína peculiar, pouco dada a show off mas eficaz, numa história melancólica carregada de anti-clichés.

Também entre os clássicos infantis encontra-se o último item do monte de livros, The Wonderful Wizard of Oz, desta vez, não uma edição ilustrada, mas uma doce adaptação para Graphic Novel da Marvel, com imagens em tom pastel e personagens inocentemente caracterizadas.

3 comments

  1. Fico sempre abismada com a quantidade de livros que compras e que lês. Quem me dera, não só ter a tua capacidade de ler, como o espaço e dinheiro suficientes para comprar tantos livros.
    Onde os guardas?

  2. Bem, alguns em português / brasileiro são oferecidos. Para os ingleses utilizo o ebay / vendedores da amazon (o que me sai bastante em conta).
    Guardar – tenho uma estante que ocupa todo o corredor, tenho a estante da sala que ocupa metade da parede, mais uma que me ocupa metade da parede do quarto… mais duas pequenas laterais no quarto… mais …

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