Últimas aquisições

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A iniciar o conjunto desta semana temos novo volume de Disney, desta vez do número 40 da Hiper, que me foi enviado pela editora, Goody. Este conjunto parece ser bastante diverso, com histórias futuristas de realidade alternativa e lobisomens. Ops. Patelobos.

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Segue-se o segundo volume de Psicopatos (enviado pela editora Arcadia), um livro cujo título, um trocadilho de psicopata, remete para o tom irónico e divertido das várias tiradas cómicas que possui.

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Estes são os dois volumes que compõem Duna, o clássico de ficção científica de Frank Herbert que inicia a colecção Admiráveis Mundos da Ficção Científica publicada numa parceria entre o Público e a Saída de Emergência. De realçar o preço acessível da colecção e o terceiro volume que foi lançado na passada sexta feira, o único inédito da colecção em mercado português, As primeiras quinze vidas de Harry August de Claire North.

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Já vi várias críticas negativas ou menos entusiastas ao Périplo de Baldassare de Amin Maalouf. No meu caso, talvez por o ter lido numa altura em que era muita dada ao género da ficção histórica, adorei a demanda que decorre num ano de loucura (1666) em que metade da humanidade acha que o mundo vai acabar, e a outra metade se aproveita da disposição da restante. Por sua vez As cruzadas vistas pelos árabes, um dos seus livros mais conhecidos, é uma leitura mais séria, centrada nas cruzadas pela perspectiva de quem foi invadido – uma leitura mais densa em factos e por isso menos fluída.

Este, Os Jardins da Luz não é inédito, mas a edição anterior, da Difel, já desapareceu há muito das livrarias. Este exemplar foi-me enviado pela editora e deverá ser uma das próximas leituras:

Durante muitos anos, o seu grito foi ouvido. No Egito, chamavam-lhe o Apóstolo de Jesus; na China, cognominavam-no o Buda de Luz; a sua esperança florescia à beira dos três oceanos. Porém, rapidamente surgiu o ódio, surgiu o encarniçamento.
Os príncipes deste mundo amaldiçoaram-nos; tornou-se para eles o «demónio mentiroso», o «recipiente repleto de mal» e, no seu humor cáustico, o «maníaco»; a voz dele, «um pérfido encantamento»; a sua mensagem, «a ignóbil superstição», «a pestilencial heresia».
Depois, as fogueiras cumpriram a sua missão, consumindo num mesmo fogo tenebroso os seus escritos, os mais perfeitos dos seus discípulos, e essas mulheres altivas que se recusavam a cuspir sobre o seu nome.

À direita encontramos o mais recente volume das aventuras de DogMendonça, “o mais simpático (e obeso) lobisomem português”. Este volume é diferente dos que compõem a trilogia principal, apresentando-nos quatro histórias mais curtas que foram publicadas originalmente na revista Dark Horse Presents. Estas histórias preocupam-se sobretudo em nos apresentar a personagem DogMendonça e são um complemento engraçado à trilogia. Este volume foi enviado pela editora Tinta-da-china.

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