136 – Battle Pope – vol.1 – Herege, relaxado e violento. Esta série não é para qualquer pessoa e excede o limite do bom gosto para mim. Como enorme fã da série The Preacher, é dizer muito. O excesso não advém da heresia, nem da violência (que pode ser encontrada em séries que gosto como The Boys), mas de achar que a combinação é forçada para chocar e não para contar uma história;

137 – Deadpool mata o Universo Marvel – Que Deadpool sofre de graves problemas psicológicos não é novidade. O que se altera aqui é a tentativa de o curar, deixando-o num manicónio chefiado por um vilão psicótico. A tentativa de manipular psicologicamente Deadpool resulta numa enorme desgraça para vários mundos;

138 – Loki – Robert Rodi e Esad Ribic – Visualmente muito bom, trata-se de uma história mais introspectiva, em que Loki tenta reverter o papel tradicional de vilão, existindo como elemento que pretende realçar as boas qualidades de Thor. A grande questão, que o próprio se coloca, é se será capaz de enganar o destino que afronta todos os Loki de todos os mundos paralelos;

139 – Destemidas -Penélope Bagieu – Não sendo, do ponto de vista gráfico, uma grande banda desenhada, é uma leitura interessante por apresentar os pontos mais importantes da vida de uma série de mulheres que arranjaram soluções originais para os problemas que se lhes deparavam, sobretudo pela sua condição de género na sociedade em que viviam.