Últimas aquisições

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Com o Natal à porta, é de aproveitar os cheques ofertas e outros saldos nos sites de venda, para as promoções que vão aparecendo. A loja dos suicídios (uma divertida aventura com traços mórbidos que já comentei anteriormente) conjuntamente com O Pistoleiro de Stephen King, foram adquiridos aproveitando a promoção da Wook de 50% em fantástico.

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Para além desta promoção, aproveitei a da FNAC, de 20% imediato em livros (que se encontra agora, também, a decorrer, para aderentes do cartão) para adquirir os livros de Margaret Atwood (que me ficaram a 6€ cada um), o livro Viagens de Chapéu (o outro livro juvenil do conjunto) e a banda desenhada A Pior Banda do Mundo.

Este Viagens de Chapéu, publicado pela Oficina do Livro, pareceu-me um livro curioso e divertido, a que a sinopse disponibilizada não faz justiça, quando comparada com algumas críticas que já li:

Foi assim. A Ema (uma miúda brilhante) e o Baltazar (um puto meio totó) andavam entretidos na sua vidinha quando lhes aconteceu uma coisa inacreditável e foram os dois parar a um sítio longínquo onde conheceram uma pessoa estranhíssima.

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Conheci Margaret Atwood através do livro The Penelopiad, uma epopeia que me desiludiu pelo tom demasiado choroso. Felizmente, há poucos meses, li The Handmaid’s Tale, uma das melhores histórias distópicas que já tive oportunidade de ler, um livro que encontramos sempre em qualquer lista de distopias, mas que cá não se vê comentar. Como tal, vendo o preço a que se encontravam os restantes livros da autora (novamente, 6€ em formato normal), aproveitei.

O Ano do Dilúvio é outra história da autora que recebeu boas críticas. Eis a sinopse:

Nada voltará a ser o mesmo depois de ler este livro O Sol já brilha no céu, dando ao cinzento do mar o seu tom avermelhado. Os abutres secam as asas ao vento. Cheira a queimado. O dilúvio seco, uma praga criada em laboratório pelo homem, exterminou a humanidade. Mas duas mulheres sobreviveram: Ren, uma dançarina de varão, e Toby, que do alto do seu jardim no terraço observa e escuta. Está aí mais alguém?

(…)

«Seja onde for que encaixe O Ano do Dilúvio – ficção científica, sátira, ficção especulativa, distopia, alegoria (sinceramente, pouco importa), uma leitura atenta deixa-nos com a sensação de que poderíamos acordar neste mundo.»New Scientist «A maior escritora viva do Canadá sabe, sem sombra de dúvida, contar uma história viciante.»The Washington Post

Analisando apenas a sinopse, A Senhora Oráculo parece ter um tom diferente de O Ano do Dilúvio ou A História de uma Serva:

Livro não aconselhado a quem nunca pensou reinventar a sua própria vida. De gorda a magra, de ruiva a morena, de Londres a Toronto, de conde polaco a marido radical, de autora de romances de cordel a poeta distinta, Joan Foster sente-se completamente confusa com a sua vida de múltiplas identidades. Decide fugir para Terremoto, uma vila italiana, com o intuito de retomar o controlo sobre a sua vida. Mas primeiro terá de organizar a sua morte… Um romance notável que esclarece uma vez mais por que razão Margaret Atwood é considerada uma das melhores escritoras do nosso tempo.

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Finalmente, os dois volumes de banda desenhada correspondem ao terceiro volume de Tony Chu e A Pior Banda do Mundo. Tony Chu é o herói que já se tornou conhecido nos dois primeiros volumes, estando curiosa para ver o desenvolvimento da personagem neste terceiro. A Pior Banda do Mundo é um dos álbums mais falados em Portugal, uma das referências imediatas para banda desenhada portuguesa:

Este primeiro volume, de um total de dois, recompila os três primeiros tomos da série: O Quiosque da Utopia, Museu Nacional do Acessório e do Irrelevante e As Ruínas de Babel. A obra mais premiada da BD portuguesa, oferece uma visão de conjunto de uma cidade sem nome, uma mistura da Praga de Kafka, a Nova Iorque de Ben Katchor e a Buenos Aires de Borges.

Uma desastrada e inepta banda de músicos, de intenções vagamente jazzísticas e resultados puramente caóticos, ensaia regularmente na cave de uma alfaiataria. Os seus membros são Sebastian Zorn (saxofone tenor), Idálio Alzheimer (piano), Ignacio Kagel (contrabaixo) e Anatole Kopek (bateria). Apesar de ensaiarem há três décadas, nunca conseguiram actuar ao vivo.

As aventuras destes músicos desprovidos de talento servem ao autor de pretexto para nos introduzir num mundo repleto de personagens entregues a ocupações improváveis e preocupações inverosímeis, formando um puzzle repleto de humor e melancolia que põe em evidência a notável capacidade de José Carlos Fernandes para retratar o quotidiano.

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