Assim foi: Scifi-lX 2016

Decorreu esta fim-de-semana o Scifi-LX, um evento totalmente dedicado à ficção científica, com direito a palestras, filmes, robots, exposições, impressão 3D, banda desenhada, lançamentos… entre outros! Este ano só pude ir no Sábado e cheguei mais tarde do que pensava – o calor não perdoa.

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O átrio revela-se carregado de boas surpresas – videojogos, vários bonecos em crochet, a imaginauta (com Comandante Serralves e os pequenos livros da colecção Barbante), a Bookshop Bivar (uma loja de livros ingleses que para este evento trouxe vários livros de ficção científica), entre outras coisas.

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Na parte de cima encontramos uma exposição de banda desenhada onde encontramos pranchas de vários autores, bem como posters não oficiais de filmes marcantes no género, e alguns autores de banda desenhada a dar autógrafos:

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Carlos Pedro entre autógrafos

Era também no andar de cima que decorriam as palestras, bem como os espaços mais tecnológicos, com construções de Lego com movimento, bancas Steampunk, espaço para videojogos, RPG’s – um sem fim de actividades:

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Durante o Sábado decorreu uma palestra sobre Ficção Científica: Um Universo Transnacional com participação de Luís Filipe Silva, Teresa Botelho (da Universidade Nova de Lisboa), Adelaide Meira Serras e João Félix (ambos da Faculdade de letras da Universidade de Lisboa, do grupo Mensageiros das Estrelas).

A conversa incidiu sobretudo sobre utopias / distopias, com especial destaque para obras de Ursula Le Guin (é inevitável a referência a The Dispossessed ou The Left Hand of Darkness sem esquecer, claro, The ones that walk away from Omelas) – ainda que, para mim, não haja conto distópico mais brutal que The Lottery. Entre vários géneros da ficção científica falou-se da ficção científica ecológica com especial ênfase, claro, a The Water Knife de Paolo Bacigalupi. Por ler, ficou-me o The Machine Stops de E. M. Foster, em que a humanidade está tão dependente da máquina que uma pequena quebra informática pode por em risco a espécie (já agora, o conto encontra-se disponível gratuitamente aqui).

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A esta palestra seguiu-se uma apresentação sobre zombies com o objectivo de expor, não só a evolução da figura sobrenatural no cinema, como as raízes para o seu mito, bastante mais antigas do que o cinema:

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O dia de Sábado terminou (para mim) com o painel de convidados das exposições de banda desenhada: Miguel Montenegro, Ricardo Venâncio, Carlos Pedro e André Morgado. Este painel teve especial relevância por se ter transformado numa conversa mais informal em que foram os próprios autores (com experiências diferentes) a colocarem-se questões sobre os percursos distintos de cada um (principalmente André Morgado).

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Depois de um dia em cheio, voltei com mais dois livrinhos de banda desenhada, Altemente de Mosi e Double Helix and other stories de Ewing e Montenegro, bem como (im)prováveis destinos de viagem (da Bookshop Bívar):

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3 pensamentos sobre “Assim foi: Scifi-lX 2016

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