169 – Human Resources – Adrian Tchaikovsky – Passado no mesmo Universo de Service Model, mostra como uma empresa automatizada vai perdendo todos os seus funcionários, restando o funcionário indispensável dos recursos humanos, representante d os funcionários humanos que já não existem. Tal como Service model, irónico e deprimente na sua perspectiva da automatização de tarefas – um género de paródia à realidade em construção na delegação cega às IA’s e companhias;

170 – Kingdom – Vol. 3 – Yasuhisa Hara – O terceiro volume mostra como o povo da montanha é convencido a entrar em batalha, revelando os primeiros passos da ofensiva. Menos fascinante do ponto de vista de conceito e com maior densidade de episódios de acção, centra-se em personagens fortes, mas ligeiramente cómicas pelas sua simplicidade intelectual;

171 – As linhas que traçam o meu corpo – Mansoureh Kamari – A autora, agora numa sociedade ocidental, explora a sua veia artística ao mesmo tempo que recorda o medo em que vivia na sociedade iraniana. Como mulher a sua vida não lhe pertence, algo que vai percebendo de forma cada vez mais intensa com o crescimento. A narrativa centra-se nas memórias e demonstra como estas criaram traumas profundos na artista;

172 – Hearstopper – Vol. 6 – Alice Oseman – Este volume mostra o impasse do relacionamento, e como a mudança de fase escolar dita o afastamento de alguns casais, perspectiva que assombra a história deste livro. Em paralelo, Charlie demonstra-se cada vez mais confiante sendo eleito como presidente estudantil com o um discurso que promete proteger contra o bullying. Tal cria inseguranças em Nick que com o desenvolvimento do relacionamento, tem poucos interesses que não estejam associados a Charlie.